"Bom dia"
Era o que um dizia para o outro.
Ele gostava dela. Ela gostava dele.
" Oi, tudo bem?"
Ele queria dizer que a amava.
Ela tinha medo que ele disesse que a amava.
"Como foi seu dia?"
Ela queria dizer que sentiu falta dele.
Ele queria ouvir ela dizer que estava com saudades.
Passaram-se os dias...
Os meses, e nenhum tinha coragem de dizer o que sentia.
Eram apenas amigos. Mas, o amor não sabia o que era isso, e o sentimento foi crescendo.
Até que um dia, ele criou coragem. Ligou logo cedo. Iria dizer:
"Bom dia! Sabe? Eu te amo!"
Iria ser direto. Chega de rodeio.
O telefone toca. Toca. Nada. Uma, duas, três, quatro e nada. "Estranho, ela nunca deixa de atender"- ele pensa.
Foi trabalhar preocupado.
No escritório, ligou de novo e nada. Naquele dia, não tirava ela da cabeça.
A noite, assim que chegou em casa, só abriu a porta e acendeu a luz. Pegou o telefone e ligou. Chamava, chamava e ninguém atendia. Porém, uma coisa estranha aconteceu. Enquanto ligava, o barulho do celular dela parecia estar perto. Parecia vim do seu quarto. Então, ele foi até lá, ainda com o telefone na mão a chamar. Quando ele abriu a porta, ela atendeu. Ele não disse nada, de tão surpreso que estava. Pois, ali na sua frente estava ela, com um sorriso estampado, segurando o celular e dizendo com sua voz doce:
"Boa noite! Tudo bem com você? Eu senti saudades, por isso, resolvi vim lhe ver!"
Era o que um dizia para o outro.
Ele gostava dela. Ela gostava dele.
" Oi, tudo bem?"
Ele queria dizer que a amava.
Ela tinha medo que ele disesse que a amava.
"Como foi seu dia?"
Ela queria dizer que sentiu falta dele.
Ele queria ouvir ela dizer que estava com saudades.
Passaram-se os dias...
Os meses, e nenhum tinha coragem de dizer o que sentia.
Eram apenas amigos. Mas, o amor não sabia o que era isso, e o sentimento foi crescendo.
Até que um dia, ele criou coragem. Ligou logo cedo. Iria dizer:
"Bom dia! Sabe? Eu te amo!"
Iria ser direto. Chega de rodeio.
O telefone toca. Toca. Nada. Uma, duas, três, quatro e nada. "Estranho, ela nunca deixa de atender"- ele pensa.
Foi trabalhar preocupado.
No escritório, ligou de novo e nada. Naquele dia, não tirava ela da cabeça.
A noite, assim que chegou em casa, só abriu a porta e acendeu a luz. Pegou o telefone e ligou. Chamava, chamava e ninguém atendia. Porém, uma coisa estranha aconteceu. Enquanto ligava, o barulho do celular dela parecia estar perto. Parecia vim do seu quarto. Então, ele foi até lá, ainda com o telefone na mão a chamar. Quando ele abriu a porta, ela atendeu. Ele não disse nada, de tão surpreso que estava. Pois, ali na sua frente estava ela, com um sorriso estampado, segurando o celular e dizendo com sua voz doce:
"Boa noite! Tudo bem com você? Eu senti saudades, por isso, resolvi vim lhe ver!"
Lisa

Nenhum comentário:
Postar um comentário